terça-feira, 24 de junho de 2014

Psicologizando: Psicologizando

Psicologizando: Psicologizando: Me chamo Andréa Martinez , tenho 22 anos, sou de Salvador e recentemente me formei em Psicologia. Não sou pós-graduada (ainda), não...

sábado, 31 de março de 2012

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Congresso, desligue a motosserra!

Congresso, desligue a motosserra! Diga não ao #CódigoFlorestal do Aldo Rebelo! via @greenpeacebr

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010

Família britânica produziu apenas uma sacola de lixo em 2010

Os Strauss reciclam quase tudo, plantam a própria comida e fazem adubo com restos de alimentos

Uma família britânica diz ter conseguido produzir apenas uma sacola de lixo em todo o ano de 2010.



BBC

Pais e filha evitam comprar embalagens em excesso

O casal Richard e Rachelle Strauss e a filha Verona, de 9 anos, reciclam praticamente tudo, plantam grande parte da própria comida e transformam restos de alimento em adubo.

Além disso, eles compram produtos diretamente de produtores locais para evitar embalagens em excesso e quando vão ao açougue, por exemplo, eles levam os próprios recipientes.

Em 2009, eles conseguiram reduzir sua produção de lixo para apenas uma lata. Em 2010, os Strauss, que vivem em Longhope, no condado de Gloucestershire, eles decidiram aumentar o desafio e não produzir lixo nenhum.

"Estamos muito felizes com o resultado. Nós sabíamos que produção 'zero' de lixo seria impossível, mas se você não colocar as metas lá no alto, nunca vai saber o que pode alcançar", disse Rachelle Strauss.

A pequena sacola de lixo continha alguns brinquedos quebrados, lâminas de barbear, canetas e negativos fotográficos.

Contaminação por plástico

A ideia de reduzir drasticamente a produção de lixo da família surgiu em 2008, mas quando Rachelle falou com o marido sobre sua proposta, percebeu que ele não estava interessado.

"Richard só resolveu encampar a ideia depois de ler uma série de artigos sobre os danos causados à vida marinha pela contaminação por plástico. Ele ficou muito impressionado", disse Rachelle à BBC Brasil.

Os Strauss começaram o desafio reduzindo o uso de plástico. Depois, passaram a reciclar e reaproveitar cada vez mais, além de usar baterias recarregáveis e painéis solares para gerar energia.

A experiência foi contada em um site na internet, o www.myzerowaste.com, que acabou virando referência sobre reciclagem e tem mais de 70 mil visitantes por mês.

"Para quem quer reduzir a produção de lixo, minha primeira dica seria pensar no que você está comprando e escolher produtos com menos embalagem e com invólucros que sejam recicláveis. Em segundo lugar, é importante evitar o desperdício de alimento. Aqui na Grã-Bretanha, um terço da comida que compramos acaba no lixo. Em terceiro lugar, tente reciclar o máximo que puder", aconselha Rachelle. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vamos, amigos! Assinem a petição por um compromisso claro, objetivo, sério e eficaz pelo meio ambiente!

Verde na plataforma!


Olá,

Eu acabei de assinar uma petição para Dilma e Serra participarem de um debate ambiental e acho que você se interessaria em participar!

Os quase 20 milhões de votos de Marina Silva nos deram uma chance de pressionar os candidatos a pensar sobre o meio ambiente. Agora vamos fazer com que eles se comprometam em defender o Código Florestal, agir contra as mudanças climáticas e investir em energia solar e eólica.

Eles precisam saber que milhões de brasileiros querem uma agenda verde para o Brasil. Assine agora:

http://www.avaaz.org/po/verde_nas_eleicoes/98.php?CLICKTF

Obrigado!

Para mais informações leia o alerta completo abaixo.

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Caros amigos,

O resultado emocionante de mais de 20% de votos para a Marina Silva mostrou às lideranças políticas que o meio ambiente é importante sim para milhões de eleitores. Agora, no segundo turno, o “voto ambiental” será crucial para definir o próximo presidente do Brasil!

Esta é uma ótima oportunidade – Dilma e Serra estão tentando atrair o voto ambiental - mas não podemos deixar que eles convençam eleitores com discursos superficiais. Nós temos o voto e o poder, e podemos levá-los a fazer compromissos públicos nos três principais temas que defendemos: liderança internacional nas mudanças climáticas, proteção das florestas e investimento em energia solar e eólica.

Não temos tempo a perder! Clique para assinar a petição pedindo para os candidatos participarem de um debate e exporem os seus compromissos com o meio ambiente e o clima. Depois circule este alerta para todos os seus amigos e familiares – vamos gerar uma onda de pressão para Dilma e Serra saberem que, para ganhar os votos verdes, precisarão assumir um compromisso claro:

http://www.avaaz.org/po/verde_nas_eleicoes/98.php?CLICKTF

Antes do primeiro turno nem Dilma nem Serra sequer deram atenção a políticas ambientais para o Brasil. Mas agora que eles sabem que o meio ambiente pode converter milhões de votos, de repente ganhamos a sua atenção. Nós agora podemos demandar um Presidente que possa provar para o mundo que uma economia emergente pode crescer de forma sustentável e protegendo nossos incríveis recursos naturais.

As questões mais urgentes para conseguirmos compromissos são: mudanças climáticas, florestas e energia limpa. O Brasil pode ser um líder nas negociações climáticas mas sem a nossa pressão, o resultado poderá ser o menor denominador comum, o que seria fatal. O Projeto de Lei 630/2003 irá criar um fundo especial para pesquisa e geração de energia renovável solar e eólica – e deve ser votado o quanto antes. Só assim iremos cumprir as metas de redução de emissões de carbono. O Código Florestal precisa ser protegido das ameaças de deputados ruralistas que querem permitir a destruição de 80 milhões de hectares de florestas nativas e dar anistia total aos crimes ambientais.

Nós estamos trabalhando com nossos amigos do Greenpeace para garantir que o nosso chamado não possa ser ignorado e que os candidatos sejam forçados a ouvir as nossas preocupações, colocando o meio ambiente no centro das suas plataformas eleitorais. Depois, quando o meio ambiente e as mudanças climáticas voltarem ao debate, nós os lembraremos dos seus compromissos. Nós temos menos de duas semanas para garantir que o próximo Presidente do Brasil se preocupe com o meio ambiente, vamos mostrar aos candidatos que nós somos fortes e numerosos, assine agora!

http://www.avaaz.org/po/verde_nas_eleicoes/98.php?CLICKTF

Nós já sabemos o que a nossa comunidade pode fazer para combater a corrupção e proteger o meio ambiente. Se continuarmos juntos e crescendo, nós deixaremos claro para o próximo Presidente que a nossa comunidade e as nossas demandas não podem ser ignoradas.

Com esperança,

Stephanie, Ricken, Graziela, Ben, Alice, Mia e toda a equipe Avaaz

sábado, 16 de outubro de 2010

Luta contra a fome

Pessoal, assinem essa petição e vamos lutar contra a fome!
http://www.1billionhungry.org/­faobrasil/

domingo, 15 de agosto de 2010

AGORA É LEI!

AGORA É LEI: A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece a responsabilidade compartilhada entre a sociedade, empresas, governos estaduais, a união e as prefeituras no manejo correto do lixo.

Quem não estava fazendo a sua parte, agora terá que fazer, pelo bem do meio ambiente.

LEI Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010
Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS

Art. 1o § 1o Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos.

sábado, 10 de julho de 2010

Vai à sanção a Política Nacional de Resíduos Sólidos

EcoAgência > Notícia


Legislação Ambiental
Quarta-feira, 07 de Julho de 2010

Vai a sanção a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A proposta, que tramitou por 21 anos na Câmara dos Deputados, havia sido aprovada à tarde por quatro comissões do Senado, em reunião conjunta.


Legislação prevê destinação adequada aos resíduos sólidos


Por Djalba Lima - Agência Senado

Um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, é o principal alvo de um projeto aprovado na noite desta quarta-feira (7) pelo Plenário do Senado. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos será encaminhado à sanção do presidente da República.

A proposta, que tramitou por 21 anos na Câmara dos Deputados, havia sido aprovada à tarde por quatro comissões do Senado, em reunião conjunta: Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE), Assuntos Sociais (CAS) e Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, esteve presente durante a votação.

Lixões

O projeto proíbe a criação de lixões, nos quais os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O projeto proíbe a importação de qualquer lixo.

Com 58 artigos que ocupam 43 páginas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta algumas novidades, entre elas a "logística reversa", que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.
Responsabilidade

Além disso, é introduzida na legislação a "responsabilidade compartilhada", envolvendo a sociedade, as empresas, as prefeituras e os governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. A proposta estabelece que as pessoas terão de acondicionar de forma adequada seu lixo para a coleta, inclusive fazendo a separação onde houver coleta seletiva.

A proposta prevê que a União e os governos estaduais poderão conceder incentivos à indústria de reciclagem. Pela nova política, os municípios só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Os consórcios intermunicipais para a área de lixo terão prioridade no financiamento federal. As cooperativas de catadores de material reciclável foram incluídas na "responsabilidade compartilhada", devendo ser incentivadas pelo poder público.
Incentivo

Com os incentivos e as novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Desse total, 59% vão para os "lixões" e apenas 13% têm destinação correta, em aterros sanitários. Em 2008, apenas 405 dos 5.564 municípios brasileiros faziam coleta seletiva de lixo.

O projeto foi relatado, na CMA, por Cícero Lucena (PSDB-PB) e, na CCJ, na CAE e na CAS, por César Borges (PR-BA). Participaram da reunião conjunta, além dos integrantes das quatro comissões, os presidentes da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO); da CMA, Renato Casagrande (PSB-ES); e da CAS, Rosalba Ciarlini (DEM-RN).

Agência Senado/EcoAgência

http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&id=VZlSXRFWWNlUsRmeOZlVaN2aKVVVB1TP

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ministra diz que buscará crédito para gestão de resíduos nas cidades

Revista SUSTENTABILIDADE
Novas Tecnologias para um mundo melhor

Reciclagem

Ministra diz que buscará crédito para gestão de resíduos nas cidades
por Alexandre Spatuzza — última modificação Jul 08, 2010 08:52 PM

Logo após a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, comprometeu-se em buscar de imediato apoios e financiamento para ajudar os municípios a elaborar e implementar planos de gestão do lixo. Segundo a nova lei, os prefeitos têm quatro anos para aprovar planos diretores específicos para gestão de resíduos.

Este tema, segundo depoimento dela à TV Senado, será um dos pontos chave na regulamentação da lei que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva.

Asssita aqui a reportagem da TV Senado sobre a aprovação da Política Nacional de Residuos Sólidos.

O vídeo foi enviado via Twitter por @cesarborges.

http://www.revistasustentabilidade.com.br/reciclagem/ministra-diz-que-buscara-credito-para-gestao-de-residuos-nas-cidades

Aprovada a Política Nacional de Resíduos Sólidos pelo Senado

Revista SUSTENTABILIDADE
Novas tecnologias para um mundo melhor

Reciclagem

Plenário do Senado ratifica política de resíduos que favorece queima de lixo [final]
por Fernanda Dalla Costa — última modificação Jul 08, 2010 11:02 AM

O Senado colocou um ponto final em uma novela de duas décadas ao aprovar hoje (7 de julho) a Política Nacional de Resíduos Sólidos com mudanças pontuais. A principal alteração foi a retirada do texto que garantia que a queima do lixo para a geração de energia seria realizada unicamente após o esgotamento de todas as outras opções de reciclagem. [Matéria atualizada com aprovação final e contextualização]

O projeto tinha sido aprovado durante a tarde em quatro comissões onde ganhou regime de urgência que pertimiu sua inserção na pauta de hoje entre outros projetos urgentes como o do pré-sal e mudanças na educação.

O projeto segue para a sanção do Presidente Luis Inácio Lula da Silva que, segundo a Ministra do Meio Ambiente, Isabela Teixeira, se comprometeu a não vetar nenhum dos 58 artigos.

As mudanças efetuadas se limitaram à retirada de partes do texto, pois se houvesse alteração de algum trecho o projeto de lei teria que voltar à para deliberação na Câmara dos Deputados, onde passou a maior parte dos 19 anos de tramitação.

A política de resíduos é considerada essencial para melhorar o gerenciamento dos resíduos sólidos no país.

Além de incentivar a indústria de reciclagem, a política prevê a implementação de um sistema de logística reversa e a adoção de políticas públicas que visem racionalizar o uso de matérias-primas. Enquanto isso, a responsabilidade pelo controle dos resíduos em toda a cadeia produtiva nacional é compartilhada entre o governo, o fabricante, o comércio e o consumidor.

O texto também concede incentivos fiscais e outros instrumentos para estimular o setor e financiar inovações. Segundo empresas do setor, ao vigorar, a lei vai permitir investimentos em novas tecnologias de reciclagem e gerenciamento de resíduos e pode atrair até capital estrangeiro de empresas que já visam a reciclagem.

Segundo a associação das empresas de limpeza urbana, Abrelpe, em 2009, o Brasil produziu 57 milhões de toneladas de resíduos, um aumento de 8% em relação a 2008. Deste total, 50 milhões de toneladas foram coletadas pelas empresas, mas nem tudo teve destino correto já que 22 mihões foi parar em lixões e aterros controlados.
Ao mesmo tempo, apenas 12% de todas as 183 mil toneladas diárias resíduos geradas no Brasil é reciclado.

A política nacional agora obriga os administradores municipais a fazer planos de gestão de resíduos - provavelmente em consórcio com outras cidades e estados - com políticas de inclusão dos cerca de 800 mil catadores que trabalham precariamente nas cidades brasileiras.

DISPUTA POLÍTICA ACIRRADA

Uma outra consequência da aprovação da lei será a compatibilização das polticas de resíduos sólidos estaduais que estão sendo aprovadas. O setor de coleta de resíduos e o empresarial argumentam que diferenças legais regionais podem elevar custos de produção e logística, além de aumentar a burocracia já que em cada estado, como São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco, que já tem leis próprias para o setor, a regras são diferentes.

Rio de Janeiro, Acre e Espírito Santo estão dsicutindo suas políticas estduais e vão ter que adequá-las à política nacional.

Tais consequências transformou-se em acirramento político nas casas legislativas até o final da tramitação.

Por exemplo, hoje, (dia 7 de julho) a reunião das comissões comçou a apresentação de dois relatórios, um do senador César Borges (PR-BA) pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE) e um do Cícero Lucena (PSDB-PR) pela Comissão do Meio Ambiente (CMA).
Os dois relatores propõem a retirada da expressão "após esgotadas as opções de redução, reutilização e reciclagem" no trecho referente à incineração de resíduos, abrindo margem ao aumento da gama dos materiais que poderão ser incinerados para a geração de energia.

Esta mudança foi feita após negociações entre os dois senadores realizadas depois da reunião das comissões, em 9 de junho, para discutir o relatório de Borges. Naquele relatório, Borges já queria remover o tema.

Este é um ponto polêmico, já que o movimento dos catadores considera que a queima para gerar eletricidade pode reduzir a quantidade de material destinado à reciclagem.

O setor de plástico, apóia a queima para garar eletricidade como forma de valorizar o plástico descartado pós-consumo.

Tais disputas foram comuns durante toda a tramitação na Câmara desde sua reintrodução pela então Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, vários setores empresariais, acadêmicos e movimentos sociais foram ouvidos.

Chegou-se a apresentar uma versão do projeto que desobrigava o setor de eletroeletrônicos de fazer a logística reversa de seus produtos. Devido a pressão da sociedade, por meio de um abaixo assinado pela Internet, e do próprio executivo, o coordenador do grupo de trabalho que tratou do projeto na Câmara, Arnaldo Jardim (PPS-SP), reintroduziu a obrigatoriedade no texto.

Apesar desse acirramento incial, o texto que chegou no Senado contava com forte consenso, permitindo sua rápida apreciação nas comissões - após um início lento - e no plenário, tudo em um dia, num esforço dos senadores para não deixá-lo para após as eleições.

Diferentemente da mudança sobre a queima de lixo no texto que veio da Câmara, as outras também foram pontuais, com correção de textos grafados errados e apenas retirada de alguns termos para eslcarecer certas questões.

As considerações dos dois relatores apresentam pequenas divergências quanto à tipificação penal dos geradores urbanos que não cumprirem as regras sobre a disposição final dos resíduos. Lucena solicitou a revisão do projeto para tornar as penas menos rigorosas, posicionamento que foi reproduzido também pelo relatório de Borges.

As outras mudanças visam remover interpretações ambíguas (remoção do artigo 48 e do parágrafo único do artigo 55) e correção de erros no texto enviado pelos deputados.

Outra mudança incluída a pedido de Lucena, foi a exclusão da pena de prisão de 1 a 4 anos para quem dispuser resíduos sólidos urbanos de forma irregular, o que era previsto pelo inciso 3º do artigo 54 do projeto de lei original.

Durante a sessão de votação nas comissões, os senadores Jefferson Praia (PDT-AM), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), renato Casagrande (PSB-ES) e Eduardo Suplicy (PT-SP) usaram a palavra para manifestar o seu apoio à nova legislação. A senadora Idely Salvatti (PT-SC) afirmou que a disposição inadequada de resíduos deveria ser caracterizada como crime ambiental e que abriria mão dessa discussão para que a votação não fosse postergada mais uma vez.

A implementação da lei, no entando, ainda vai depender de regulamentações por vários órgãos do governo e em alguns casos, como na definição de processos de logística reversa para alguns setores, de negociação com o setor empresarial.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O QUE O PSDB GANHA COM O LIXO???

Amigos, leiam a matéria que acabei de postar sobre, mais uma vez, ter sido adiada a votação da Política de Resíduos Sólidos de nosso país, que rola há 21 anos. Nada justifica esse atraso, a não ser que o bolso de alguém esteja ganhando com isso? E quem está pagando? Quem tem interesse em manter esse lixo todo no Brasil, sem um programa de gerenciamento que beneficie a saúde, o saneamento, o meio ambiente, o planeta?
BLOG DO SENADOR CÉSAR BORGES

http://blog.cesarborges.com.br/2010/07/01/votacao-da-politica-de-residuos-solidos-adiada-para-o-dia-7/#respond

1 de Julho de 2010

Votação da Política de Resíduos Sólidos adiada para o dia 7

Por decisão do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador, Demóstenes Torres (DEM-GO), foi adiada para o próximo dia 7, quarta-feira, a reunião conjunta com mais três comissões do Senado que votará o projeto substitutivo PLS 354/89 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), relatado pelo senador César Borges (PR-BA). O relator César Borges vem cobrando a aprovação da matéria, afirmando que sua iniciativa de buscar apoio para acelerar a votação da PNRS - aprovando o requerimento para votação conjunta nas quatro comissões nas quais o projeto tramita - foi prejudicada, desde que senadores do PSDB impediram que houvesse votação no início de junho.

O senador César Borges criticou a decisão dos senadores tucanos, porque o projeto que institui a PNRS tramita há 21 anos no Congresso, após ser iniciado pelo próprio Senado, e o país espera que os senadores definam agora esta questão. Pelo regimento, até mesmo mudanças mais profundas no texto também estão impedidas, na fase atual de votação, porque o projeto já foi apreciado também pela Câmara dos Deputados. César Borges teme que o recesso parlamentar e depois a campanha eleitoral possam levar esta votação para acontecer somente no próximo ano, caso não consigam votar na próxima quarta-feira.

“Fizemos tudo para agilizar a votação: como relator na CCJ, apresentei um requerimento para audiência conjunta, ouvimos a sociedade e o governo, e nesta mesma audiência aprovamos a votação conjunta, dispensando que cada uma das quatro comissões tivesse que votar seu próprio parecer, num processo muito demorado”, explicou César Borges. Ele lembrou que os senadores do PSDB que impediram a votação sequer estavam presentes na audiência pública. Além da CCJ, o PLS 354/89 também tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Comissão de Assuntos Sociais (CAS), e Comissão de Meio Ambiente (CMA).

A manobra que impediu a votação da PNRS frustrou ainda a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que foi ao Senado acompanhar a votação e se solidarizou com César Borges pela ação que impediu a votação do relatório, quando os senadores do PSDB pediram verificação de quórum para encerrar a reunião das quatro comissões do Senado que aprovaria o parecer de César Borges. “Tudo estava preparado para a aprovação, o que seria importante para o país e uma homenagem à Semana Mundial do Meio Ambiente, mas de última hora apareceu um problema que ninguém sabe de onde”, afirmou o senador.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

CALENDÁRIO ECOLÓGICO

O mundo inteiro vai fazer isso, nesta quinta-feira!

22 de abril, Dia Internacional do Planeta Terra, às 21h:30min, apague as luzes por um minuto, como símbolo de sua dedicação ao meio ambiente!

domingo, 28 de março de 2010

Do Blog "Saco é um Saco"

Posts Tagged ‘compostagem’Era dos Polímeros Biodegradáveissegunda-feira, setembro 21st, 2009
Este é mais um post especial, escrito pelo Prof. Guilhermino Fechine, da Universidade Mackenzie.

Neste texto, o prof. Fechine nos explica que os polímeros biodegradáveis – plásticos são polímeros – não são a solução única para o impacto ambiental dos plásticos, e que tudo depende da aplicação: produtos descartáveis e biodegradáveis são interessantes, mas o plástico convencional é mais indicado para produtos que precisam durar. No final das contas, tudo gira em torno do consumo consciente e da correta destinação dos resíduos.

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A todo o momento, a comunidade mundial é vista diante discussões sobre o uso de polímeros biodegradáveis (PB’s) a fim de esclarecer se esses são a solução para diminuição da poluição ambiental e escassez de fonte de matéria-prima não-renováveis. Do ponto de vista sobre a escassez de matéria-prima não-renovável (petróleo), sabe-se que a produção de plásticos no mundo consome apenas cerca de 4% do petróleo. Desta forma, a contínua produção de polímeros a partir do petróleo não será o principal vilão do esgotamento dessa matéria-prima, como normalmente, as pessoas acreditam que seja. Contudo, este fato não justifica que esses polímeros sejam subaproveitados com apenas uma única utilização desperdiçando a energia contida em todo seu processo de obtenção e processamento. A melhor saída para esses casos é que esses materiais sejam reciclados, retornando a comunidade na forma de produtos ou de energia.

No caso dos polímeros biodegradáveis (PB), incluindo os obtidos a partir de fontes renováveis ou não, primeiramente há a necessidade de avaliar o tipo de aplicação que se pretende atender. Sacolas plásticas, materiais para sutura médica, filmes para recobrimento de plantações e materiais descartáveis no geral são casos em que se prevê situações concretas para utilização de PB’s, principalmente aqueles obtidos por fontes renováveis. Porém, sabe-se que o processo de biodegradação depende de vários fatores, e que este só ocorrerá em situações bem específicas. Ou seja, o crescimento da produção de PB’s terá que ser acompanhada com o aumento da infraestrutura de coleta e descarte de resíduos sólidos, senão muitos dos PB’s descartados nunca irão se decompor, nem voltar ao ciclo de “carbono”, tornando-se vilões idênticos aos polímeros convencionais no que diz respeito à poluição ambiental e volume em aterros sanitários. Este é um fato bastante preocupante, porque a grande maioria das cidades brasileiras não possui um sistema efetivo de gerenciamento de resíduos sólidos, nem se tem à disposição um grande número de usinas de compostagem.

Num momento não muito distante, poderá ser mencionado que o mundo no final do século 20 começou a ser invadido pela a Era dos Polímeros Biodegradáveis, inicialmente devido ao apelo ambiental e posteriormente pelo desenvolvimento tecnológico na área de síntese e processamento desse tipo de polímeros. A população em geral, a comunidade acadêmica e as indústrias terão que se adaptar e conviver com os plásticos biodegradáveis, além de rever os conceitos relativos a eles, por que num futuro muito próximo a presença destes poderá ser não só uma saída para a diminuição do acúmulo de material plástico em lixões, mas também uma alternativa de substituição dos plásticos não-biodegradáveis obtidos por fontes não-renováveis.

Professor Guilhermino Fechine
Universidade Mackenzie

Tags:alternativas, bioplásticos, coleta seletiva, compostagem, Especiais, impacto ambiental
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Compostagem e composteirasterça-feira, setembro 15th, 2009
Uma das formas de reduzir a necessidade de usar sacolas plásticas como sacos de lixo é reduzir a quantidade de lixo que produzimos. E uma das formas de fazer isso é a compostagem dos resíduos orgânicos. Não é tão difícil ou fedido quanto parece – aprenda a fazer uma composteira em casa e reduza seu volume de lixo!

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Desde que o mundo é mundo, a natureza vem naturalmente reciclando os seus materiais e os reaproveitando das mais diversas maneiras, afinal, como disse Lavoiser em meados de 1760: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Gaia, a Mãe–natureza, reaproveita todo e qualquer resíduo seja ele de fonte animal ou vegetal, como uma fonte de nutrientes que vão realimentando e mantendo todo o ecossistema em seu perfeito funcionamento.

E é nesse espirito que o homem resolveu sintetizar esse sistema perfeito do mundo natural, e vem fazendo sua própria reciclagem de material de fonte biológica, a compostagem.

Há mais de dois mil anos, os chineses vêm usando a compostatem para evitar a contaminação das vilas e de sua água; a maioria dos fazendeiros transformam os resíduos de suas plantações (como resto de espigas de milhos ou folhas de bananeira) em adubo orgânico, reintroduzindo esses resíduos no sistema, evitando o consumo de agrotóxicos de origem fóssil e reduzindo o volume de resíduos que produzem.

Quando tentamos fazer a transição desta velha atividade rural para o meio urbano, esbarramos em idéias do tipo: “Eu não tenho espaço” ou “minha casa vai ficar fedendo”, ou ainda “não posso perder meu tempo amassando e mexendo lixo…”. Então vejamos, na prática, como funciona uma composteira e seus processos.

A compostagem, por definição, é o processo de tratamento dos resíduos orgânicos, sendo transformados pela ação de microrganismos presentes nos próprios materiais, gerando como produto final um composto estável que é utilizado na preparação do húmus.

Para alimentar as composteiras, podemos colocar estercos de animais ; qualquer tipo de plantas, grama cortada, ervas, cascas de frutas, folhas secas, palhas ; qualquer substância de origem animal e vegetal (restos de comidas, cascas de ovo… ). Quanto mais fragmentados os materiais, maior é a eficiência da composteira, devido ao aumento da superfície de contato onde as bactérias estarão atuando. Não é bom, no entanto, incluir restos de carne, pois seu processo de decomposição provoca mau cheiro.

As composteiras ajudam a diminuir o volume de lixo que será enviado aos aterros e lixões, que sem tratamento adequado, iriam contaminar o solo e os lençóis freáticos, atingindo poços para o consumo humano e animal. Compostando seus resíduos orgânicos, você estará gerando um ótimo adubo, sendo melhor que os adubos químicos, já que não poluem e agridem o meio ambiente. Este produto final, poderá ser usado para alimentar sua jardineira, jardins, mini-hortas… Existem casos de condôminos que obtiveram descontos em suas taxas de condomínio, pois doavam o adubo produzido em suas composteiras para serem usados na manutenção de jardins.

Segue abaixo um modelo de composteira feita de PVC (lembra das caixas plásticas usadas em supermercados para o transporte das compras?) que ocupam espaços mínimos, sugerido por Alexandre de Freitas, da Fundação Gaia:

1.Forre por dentro um engradado de pvc com uma camada espessa de jornal bem úmido, mais ou menos 6 ou 8 folhas. Depois de acomodar estas folhas de jornal faça furos no fundo.

2.Preencha o fundo deste engradado com composto já pronto e com minhocas. Faça uma camada de mais ou menos 10 cm de espessura. Nos supermercados e em floriculturas encontramos um produto genericamente chamado de húmus de minhoca. Um bom húmus sempre tem alguns ovos e filhotes de minhoca que sobrevivem ao peneiramento e à embalagem.

3.Escolha no seu lixo orgânico algumas porções de cascas de frutas ou folhas de verduras, não muito.

4.Enterre este material no composto. Isto vai servir para avaliar a quantidade de minhocas que existe neste material, já que elas serão atraídas pela comida (lixo orgânico).

5.Cubra tudo com mais uma camada de jornal úmido. O jornal tem que estar sempre úmido, caso contrario roubará água do material que esta sendo compostado e este não ficará pronto em poucas semanas.

6.Providencie uma tampa para o seu composto. Isto evitará a proliferação de moscas e baratas além de servir de barreira para um eventual rato.

7.Agora uma parte bem importante! Observe por alguns dias quanto tempo as pequenas minhocas levam para comer uma determinada quantidade de lixo orgânico. Esta é a capacidade de reciclagem da sua composteira. À medida que as minhocas vão crescendo e se reproduzindo o consumo de resíduo orgânico vai aumentando. Uma minhoca vermelha do composto (Eisenia foetida) pode comer o próprio peso em um único dia, além disso com apenas três meses elas já estarão se reproduzindo, podendo depositar um casulo a cada semana. Cada casulo desses pode gerar de quatro a doze pequenas minhocas que já nascem prontas para comer muito pelo resto da vida. Uma composteira doméstica pode ser considerada eficiente quando os resíduos orgânicos somem totalmente em menos de duas semanas.

Outra técnica muito usada por jardineiros experientes para avaliar um composto é a quantidade de ruídos que este pode produzir. Difícil de acreditar? Então experimente, quando seu composto estiver produzindo um pequeno ruído que lembra um líquido escorrendo é sinal de que as minhocas estão trabalhando a todo vapor. Daí para a frente é um processo contínuo e crescente.

O que fazer quando a composteira está cheia

O que acontece com as composteiras domésticas é que elas sempre têm uma quantidade de material pronto, uma parcela de material em processo de decomposição e uma porção diária de lixo orgânico ainda fresco. Isto dificulta bastante a coleta do material que já está pronto para o uso. Para este problema temos uma solução. Veja a seguir:

Um engradado-composteira vai sendo lentamente preenchido e as minhocas vão comendo e reciclando material de baixo para cima. Bem, um dia nosso engradado estará completamente cheio, com material já reciclado no fundo e lixo fresco junto à superfície. Isto é inevitável, mas uma maneira de contornar este problema é simplesmente forrar as laterais de um novo engradado e empilhar sobre o primeiro. Assim, dê continuidade ao processo colocando uma porção do composto cheio de minhocas no fundo do segundo engradado e siga o processo normalmente. Desta forma as minhocas continuarão trabalhando no sentido vertical e em algumas semanas a sua primeira caixa estará completamente reciclada e você terá mais ou menos 25 Kg de adubo orgânico de primeiríssima qualidade.
Onde colocar a composteira

A composteira de engradados de pvc não deve ser colocada em locais sem ventilação. Não devemos desperdiçar locais ensolarados com a comnpostagem que dispensa a luz solar; as plantas sim precisam dela. Os engradados de compostagem devem ser colocados sobre um suporte que pode ser desde de um simples e pouco eficiente jornal, até bandejas ou caixas que possam coletar e canalizar o chorume (líquido que escorre do composto) completamente. Um bom composto deve produzir muito pouco ou nenhum chorume. Mas quando regamos o composto no verão isto é inevitável. Por garantia podemos acomodar nossos engradados sobre uma bandeja plástica, de metal ou de madeira, de pelo menos 5 centímetros cheia de brita, cascalho ou areia bem grossa. O importante é que o composto tenha o mínimo contato com o chorume.
Sofisticando um pouco mais podemos construir um suporte de concreto ou tijolos e cimento que tenha pelo menos 40 centímetros de altura e onde possamos encaixar os engradados. Devemos cuidar para tenha um dreno (furo) no fundo e então podemos preencher metade da altura com carvão vegetal (aquele que compramos para fazer churrasco) e logo por cima despejamos a mesma quantidade de brita, e por cima da brita acomodamos os engradados. Desta forma o eventual chorume escorre pela brita até a camada de carvão onde é desodorizado e ligeiramente filtrado. Evitando sujeira na sacada ou na área de serviço. Para composteiras feitas diretamente na terra este problema praticamente não existe já que o solo absorve o chorume.
O que pode ser compostado e como usar o composto gerado

Praticamente qualquer coisa orgânica é passível de compostagem. Preferencialmente devemos usar os resíduos orgânicos vegetais crus gerados em nossa cozinha, os restos de comida podem e devem ser compostados, porém devemos lembrar que o sal pode diminuir a qualidade de nosso composto tornando-o mais salino do que o conveniente. Pensando ecologicamente o certo é não termos restos de comida, um pouco de organização pode evitar desperdícios e viabilizar a prática da compostagem domiciliar de forma totalmente eficiente. Mas quando não conseguimos comer tudo o que preparamos o destino mais adequado para os restos de comida é a composteira. Ossos podem ser compostados, principalmente os cozidos. Já a carne crua não é o melhor material pois pode cheirar mal dentro da composteira. O jornal e outros papeis velhos podem ser usados sem problemas, mas devemos lembrar que o jornal limpo se presta muito mais para a reciclagem (fabricação de um novo papel) do que para a compostagem. Então devemos usá-lo com sabedoria.
Após o composto estar pronto você pode usá-lo em suas flores, folhagens, hortaliças e temperos. Aplique de acordo com a necessidade de cada espécie de planta. Samambaias em geral e folhagens tropicais gostam de doses bem fartas de composto, algo em torno de um quarto do volume do vaso ou da floreira. Devemos repor um pouco de composto na superfície a cada estação, e depois de um ou dois anos é melhor refazer tudo (esta recomendação não vale para todas as plantas). Em gramados podemos usar até cinco quilos por metro quadrado no final do inverno e nas violetas no início de cada estação devemos aplicar na superfície da terra uma colher de sopa bem cheia de composto, misturada com uma colher de cafezinho, de farinha de osso (faça a sua com cascas de ovo ou compre uma de boa qualidade). Vale lembrar que plantas aromáticas gostam de solos bem drenados e com pouco composto (use a farinha de osso nestas plantas também).

Um engradado de pvc é capaz de compostar o resíduo orgânico gerado por até três pessoas. Para uma família maior é só aumentar o número de caixas. É preferível fazer duas pilhas de engradados do que empilhar muitos. Se a família dispõe de um pátio com terra poderá optar por um modelo mais convencional de composteira feita de tijolos ou madeira. Tijolos bem empilhados podem gerar uma ótima composteira mas por segurança podemos uní-los com cimento ou barro bem amassado. Composteiras de quintal devem ser feitas uma ao lado da outra formando compartimentos que vão sendo preenchidos com resíduos orgânicos um de cada vez. Assim, as minhocas vão reciclando o material a cada compartimento preenchido, seguindo o mesmo procedimento anterior.

*Baseado “Como compostar o lixo orgânico, mesmo em pequenos apartamentos“, artigo de Alexandre de Freitas, Fundação Gaia – Brasil - www.fgaia.org.br

domingo, 7 de março de 2010

Compostagem segundo a Wikipédia

"Compostagem é o conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em húmus e nutrientes minerais; com atributos químicos, físicos e biológicos superiores (sob o aspecto agronômico) àqueles encontrados nas matéria(s) primas(s)."